Review Osprey Talon 22 – multiday pack

Recebemos em Outubro de 2016 um par de Osprey Talon 22, onde apresentamos as nossas primeiras impressões. Usamos essas multiday packs para o desenvolvimento do Manual Brasileiro de Bikepacking e para nortear a propagação da categoria aqui no Brasil. Depois do sucesso do projeto e um ano de uso contínuo, pesado, molhado e áspero, chegou a hora de fazer um review completo.

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A Osprey é líder mundial no mercado de mochilas de aventura e desenvolve seus produtos desde 1974. Hoje no Brasil a marca é representada pela Bronet, importadora que também representa a Julbo, Merida, Tern e Jetboil.

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Osprey Talon 22 – primeiras impressões

A mochila Osprey Talon 22 se encaixa na categoria de multi day pack. Isso significa que ela foi desenvolvida para ser confortável e prática em uma caminhada a 4km/h, em uma descida de MTB a 35km/h, e levar um reservatório de até 3L de água, tudo ao mesmo tempo. Leve e resistente, a Talon 22 vai ser usada na criação do nosso Zine de Bikepacking, que vai estar impresso e pronto para distribuição até o final desse ano. Uma mochila de qualidade é muito importante quando você a usa muitas horas por dia. Aos poucos, vamos explicar os motivos para usar uma mochila ao viajar de bicicleta.

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Review da sapatilha Pearl Izumi X-Alp Seek V

Cansado dos problemas com as sapatilhas rígidas de MTB no dia a dia de entregas, resolvi comprar uma “sapatilha tipo tênis” pra minha rotina messenger. E foi perfeito.

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Eu tive sorte no garimpo de uma usada, em estado de nova, por R$250,00, e ainda ganhei tacos Shimano impecáveis junto com ela. Esse modelo de sapatilha é relativamente fácil de encontrar no Brasil, e custa de 400 a 500 a reais. Como sempre, as taxas de importação quase inviabilizam o produto. No amazon.com tem pra vender por U$60,00 o modelo novo, na caixa. Continue lendo “Review da sapatilha Pearl Izumi X-Alp Seek V”

Review da MSX CL55 – Porta Volumes de Guidão

Procurava algo que fosse rígido e que pudesse aguentar trepidações, abre e fecha, chuvas e o que mais fosse necessário em uma grande viagem sem dor-de-cabeça.

A primeira marca que me veio à cabeça foi a Ortlieb, com o modelo Ultimate6 Plus. Pena que preço no Brasil é relativamente alto e acabei desistindo, ainda mais quando conheci a MSX CL55, através da Teuto Bike, aqui em Porto Alegre.

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Ela possui capacidade de 7.4l e pesa 750g. Contra os 7.0l e 800g da Ortlieb. Continue lendo “Review da MSX CL55 – Porta Volumes de Guidão”

Review do freio hidráulico Magura HS33

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Um dos primeiros freios hidráulicos inventados – antes dos freios a disco – foi o Magura HS-33, famoso por “amassar aros” devido à sua força hidráulica, e muito usado por mountain-bikers dos anos 90 que conseguiam comprar, e também até hoje por atletas de bike-trial.
Quando eu escolhi as peças para a bike, fiz questão de evitar freio a disco, por buscar algo mais “clássico”, então seguindo a linha de comprar as peças mais famosas, nada mais famoso para freio de aro do que os Magura HS-33.

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Review do cubo de dínamo Schmidt Son 28 Klassik

Os dínamos servem para alimentar os faróis da bike usando o a rotação da roda dianteira como fonte de energia. Existem dínamos tradicionais que são aqueles de antigamente, que encostam no pneu. Existem também versões mais modernas e melhores, onde as bobinas que geram eletricidade ficam dentro do cubo. Dentre esses, o mais famoso do mundo, de longe, é o Schmidt, inventado e produzido por Wilfried Schmidt, um engenheiro mecânico alemão que faz praticamente só isso até hoje.

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